A entrega é a parte cara da operação: qual motoboy leva quais pedidos, em que ordem, pelo menor caminho real nas ruas. Existe software que faz isso muito bem — e ele é outro contrato, com outro login, para onde o endereço precisa ser digitado de novo. No PediDaqui o gestor de rotas vem junto do cardápio, no mesmo painel e na mesma mensalidade.
Na tela de Entregas, marque os pedidos que saíram da cozinha e os motoboys com turno aberto. Nada é despachado sozinho: quem sabe se a comida está na bancada é a loja.
O cálculo usa o mapa de ruas do Brasil inteiro: mão única, retorno, o caminho que a moto de fato faz. Ordenar por distância em linha reta manda o motoboy para o outro lado do rio.
Quem leva quais pedidos, em que ordem e por qual trajeto. Você vê o traçado no mapa e arrasta o que quiser mudar. A máquina não sabe que a rua 7 está em obra, e você sabe.
A sequência aparece no aparelho do motoboy e é recalculada a partir de onde ele está, não de onde a loja está. Ele dá baixa com um código de quatro dígitos na porta do cliente.
Doze entregas espalhadas por uma cidade, três motoboys. O plano abaixo é o que o sistema devolveu.
134 km → 83 km
de trajeto somado
1,2 s
para calcular o plano
3 motoboys
com a carga equilibrada
A economia vem de agrupar entregas que estão perto. Ela é grande quando há muitos pedidos prontos ao mesmo tempo e poucos entregadores: o sábado à noite, o almoço da marmitaria, a virada do jogo. Com duas ou três entregas por vez não há o que otimizar, e qualquer sistema (ou qualquer pessoa experiente) chega no mesmo resultado.
O que muda todo dia, independente do volume, é o que ninguém precisa mais fazer: parar no meio do movimento para decidir quem leva o quê, olhando dez endereços num papel.
Rota é o começo. O que segura a operação é o que acontece depois que a moto sai.
Cada motoboy com o traçado da rota dele e a foto no pino. Você vê onde estão os três sem ligar para nenhum.
Um link sem app: ele acompanha do aceite à porta e confirma o recebimento por ali.
Quatro dígitos que o cliente dita. É a prova de que a entrega aconteceu, e sem ela o caixa não fecha.
O que o cliente paga e o que o motoboy recebe, bairro a bairro, com a distância medida de cada um.
O entregador declara pelo celular quanto está devolvendo, o balcão confere, e o caixa desconta o que ainda está na rua, inclusive o troco adiantado da gaveta.
O ganho de cada um sai calculado do que ele de fato rodou, sem planilha paralela.
O mapa de ruas é o do Brasil inteiro, não uma região. O limite prático é a distância: acima de 100 km numa única perna a rota não é calculada, o que para entrega urbana sobra com folga.
Ver em quais planos a roteirização entraO que perguntam antes de assinar, quando descobrem que dá para ter as duas coisas no mesmo lugar.
É o que o PediDaqui faz. Ele é o cardápio digital da sua loja — página própria, pedido pelo site, WhatsApp e iFood — e, no mesmo painel, monta a rota dos seus motoboys: quem leva quais pedidos, em que ordem e por qual caminho de rua. Não são dois sistemas conversando: o pedido que entra pelo cardápio é o mesmo que entra na rota, sem exportar planilha nem digitar endereço de novo.
A maior parte dos cardápios digitais para no pedido: mostra o menu, recebe o pagamento e entrega uma lista de endereços para alguém organizar de cabeça. O PediDaqui inclui o gestor de rotas — despacho com mapa ao vivo, sequência calculada por ruas reais, rastreio para o cliente, baixa por código na porta e o acerto do dinheiro que o entregador traz da rua.
É otimização de verdade. Ordenar por distância em linha reta manda o motoboy para o outro lado do rio: o cálculo aqui usa o mapa de ruas do Brasil (mão única, retorno, o caminho que a moto de fato faz) e resolve as duas perguntas juntas — como dividir os pedidos entre os entregadores e em que ordem cada um roda. Num caso medido de doze entregas com três motoboys, o trajeto somado caiu de 134 km para 83 km, em 1,2 segundo de cálculo.
O mapa de ruas é o do Brasil inteiro, não uma região, então funciona em qualquer cidade do país. O limite prático é a distância: acima de 100 km numa única perna a rota não é calculada — o que para entrega urbana sobra com folga.
A economia de quilômetro vem de agrupar entregas que estão perto, e ela é grande quando há muitos pedidos prontos ao mesmo tempo e poucos entregadores: o sábado à noite, o almoço da marmitaria. Com duas ou três entregas por vez não há o que otimizar, e qualquer pessoa experiente chega no mesmo resultado. O que muda todo dia, independente do volume, é não parar no meio do movimento para decidir quem leva o quê olhando dez endereços num papel — e saber onde cada moto está sem ligar para nenhuma.
Pode, e nada sai sozinho. Você marca os pedidos que já saíram da cozinha e os entregadores com turno aberto, vê o traçado no mapa e arrasta o que quiser antes de despachar. A máquina não sabe que a rua 7 está em obra, e você sabe.
Não. Ele abre uma página no navegador do próprio celular e entra com o telefone. A sequência de entregas aparece ali, recalculada a partir de onde ele está — e não de onde a loja está —, e a baixa é um código de quatro dígitos que o cliente dita na porta.
As da sua entrega própria, sim: elas caem no mesmo painel e entram na roteirização junto com as do seu site. As que o iFood entrega com a logística dele ficam de fora de propósito — mandar um motoboy seu para uma entrega que já tem dono é o erro que essa separação existe para impedir.
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